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Fim doa Tempos – Parte 14


O arrebatamento meso- tribulacionista.
  
O arrebatamento meso- tribulacionista é preciso do com o pré- tribulacionista, porém assume que o arrebatamento ocorrerá no meio da tribulação, porém assume que o arrebatamento ocorrerá no meio da tribulação, tomando  como base Mateus 24:15, 21 e Apocalipse 11:12.

Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda;
Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes;
E quem estiver sobre o telhado não desça a tirar alguma coisa de sua casa;
E quem estiver no campo não volte atrás a buscar as suas vestes.
Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias!
E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado;
Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver. Mateus 24:15-21
E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram. Apocalipse 11:12
Nesse ponto de vista, a igreja passaria pela ira e a perseguição do anticristo na primeira metade da tribulação.

A posição meso- tribulacionista usa a profecia das duas testemunhas, em Apocalipse 11, para apontar que o arrebatamento acorreria no meio da tribulação.

Os que defendem a posição meso- tribulacionista tente justiçar-se usando os seguintes argumentos:
O termo “Subi para aqui”, de Apocalipse 11, sereia momento do arrebatamento da Igreja, mas nesse versículo fica claro que quem sobe são somente as duas testemunhas, não a Igreja como um todo.
Apocalipse 12:14 estaria  em sequencia cronológica a Apocalipse 11 quando diz” tempo, tempo e  metade de um tempo” (42 meses= 3,5 anos) e seria justificativa de que após o arrebatamento haveria somente mais 3,5 anos tribulação.

Tal conclusão é incorreta, porque a Igreja já não é mencionada entre Apocalipse 4 e 18 ( o arrebatamento já ocorreu).

Apocalipse 12 marca o meio da tribulação, mas já sem a Igreja nesse cenário.

A posição meso- tribulacionista não é considerada biblicamente correta, pois nega vários versículos bíblicos que garantem que Deus guardará a Igreja da sua ira durante a Tribulação, versículos já mencionados acima quando explicamos  a posição pré- tribulacionista.

Outro fator importante é que a Bíblia jamais afirma que o ancristo deveria vir primeiro para que o arrebatamento acorresse.

Portanto, a posição meso – tribulacionista para o arrebatameto não é mais correta de ser aceita.
O arrebatamento pós- tribulacionista.
No arrebatamento pós- tribulacionista, o arrebatamento e o aparecimento glorioso de Cristo se fundem em um só evento. Em  outras palavras, a posição pós- tribulacionista  não considera o arrebatamento e o aparecimento glorioso de Cristo como dois eventos distintos.

O conceito do pós- tribulacionista se apoia na identificação incorreta da Igreja como sendo os santos  da tribulação, sendo que os  santos da tribulação se referem aos convertidos após o arrebatamento, quando não há mais Igreja sobrea a terra. Para a posição pós- tribulacionista, a Igreja passaria por todo período de tribulação, mas, no fim seria arrebatada, com a segunda vinda de Cristo.

Não há passagem bíblica que justifique esse argumento e por isso, esta posição tem sido frequentemente refutada. O pós- tribulacionista ensina que, como a Igreja é avisada de que sofrerá perseguições e tribulações, então fatalmente passaria pelo período de tribulação. Tal fato nega as promessas do Senhor de livra a Igreja da tribulação e, além  disso, também não distingue a Igreja de Israel. Entre Apocalipse 4 e 18, a Igreja está claramente ausente e o foco de perseguição do anticristo passa a ser Israel.

A posição pós- tribulacionista, via de consequência, não é biblicamente correta para ser aceita.

Apenas estamos explicando aqui os argumentos bíblicos para se adotar o arrebatamento pré- tribulacionista como o mais biblicamente correto. Mas tudo isso não é o mais importante.

Seja qual sua posição com relação ao arrebatamento (pré- meso ou pós – tribulacionista), a verdade é que estamos na iminência de Jesus voltar e temos muito trabalho a fazer, que começa por santificarmos nossas próprias  vidas e pregar o evangelho a todo ser humano que ainda não teve oportunidade de o escutar.

Temos que adornar e preparar a noiva para receber o Noivo dignamente em sua volta.

Fonte: Livro Fim dos Tempos – Pr. Uziel de Jesus
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